Já não me reconheço.
Sou aquela que passou pelos anos em busca de si e ainda está nessa jornada – ainda bem.
Que se permite viver as coisas da vida, mas que recua quando entende que assim é melhor.
Que busca o sorriso mas ele não é tão fácil assim.
Que não entende porque a vida é um jogo.
Que está aqui querendo o melhor das (e para as pessoas) e às vezes elas dão seu pior.
Que só quer ser feliz.
Um dia, quem sabe?
Tristeza…
Por favor vá embora.

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